Faz-me falta a tua mão
na minha...
Faz-me doer o coração
pensar-te sozinha...
Faz-me falta o teu odor
a ananás doce...
Faz-me falta o teu sabor,
um minuto que fosse...
Por isso, não há coisa que mais peça
mas que voltes num segundo,
Meu amor, volta depressa,
Volta depressa ao meu mundo...
Francisco
Sabes bem que não tenho jeito para a poesia...
terça-feira, abril 18, 2006
Volta depressa...
Dou-te os parabéns, envio-te um beijo mas sobretudo peço-te que voltes depressa...:)
És a ilha do meu Mundo...
És a ilha do meu Mundo...
quinta-feira, março 23, 2006
São dias difíceis...
Quando penso que está tudo bem, aparece algo a quebrar a estabilidade. Numa altura em que estou cansado do trabalho e ansioso por umas férias mais tranquilas, sinto-me sem força nesta posição de "rocha" da relação...
Sei que tenho defeitos! Físicos, alguns. Em termos de feitio, também. Pareço distante, pouco físico, pouco quente. Mas penso que isso está mais exaltado nestes tempos. Estou numa fase em que preciso mais de afecto, de conforto sentimental do que aspectos mais físicos. Bem sei que isto é estranho, sobretudo num homem. E num homem de 24 anos! Mas não sei... Vi muita coisa, senti muita coisa, sofri muita coisa! Sei que é uma fase que passará, mas neste momento fico mais feliz com uma tarde no sofá ou num jantar a dois, que numa noite de loucura...
São dias difíceis para estar comigo! Eu sei...
PS- Sim, dez meses bons, mas que podem sempre melhorar...
Sei que tenho defeitos! Físicos, alguns. Em termos de feitio, também. Pareço distante, pouco físico, pouco quente. Mas penso que isso está mais exaltado nestes tempos. Estou numa fase em que preciso mais de afecto, de conforto sentimental do que aspectos mais físicos. Bem sei que isto é estranho, sobretudo num homem. E num homem de 24 anos! Mas não sei... Vi muita coisa, senti muita coisa, sofri muita coisa! Sei que é uma fase que passará, mas neste momento fico mais feliz com uma tarde no sofá ou num jantar a dois, que numa noite de loucura...
São dias difíceis para estar comigo! Eu sei...
PS- Sim, dez meses bons, mas que podem sempre melhorar...
domingo, março 05, 2006
Parabéns a mim...
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Estranho sentir este...
... que me fez conhecer uma bela casa moura, com geométricas figuras e espaços abertos, e nela ser feliz... A essa casa não voltarei, a essa enganada felicidade renunciei!
Uma nova casa, um novo sentir estranho que me faz descansar noutro corpo, noutra alma! Neste novo lar corpóreo viverei, e esta casa visitarei, porque aqui sou de novo estranhamente feliz...
Uma nova casa, um novo sentir estranho que me faz descansar noutro corpo, noutra alma! Neste novo lar corpóreo viverei, e esta casa visitarei, porque aqui sou de novo estranhamente feliz...
domingo, fevereiro 19, 2006
Ciúme..
Não, definitivamente, não sei ser ciumento! Nunca soube... Tudo porque para mim o ciúme não vem da paixão, mas da falta de confiança. PAra mim, não é verdade que a paixão apareça instantaneamente e que seja a faísca que faz começar as relações. Não, isso é o desejo, a química. A paixão, tal como o amor, é algo que se vai construíndo, algo que vai crescendo quanto melhor se conhece a outra pessoa, e quanto mais nos vamos adaptando.
Ora, o ciúme surge da insegurança, da falta de confiança no nós. Sim, no nós mais do que no outro, porque se a relação não nos disser nada, pouco nos importa o que o outro faz!
Por natureza, confio nas pessoas e nas relações! Logo, o que me acontece, ou melhor, o pior que me pode acontecer é desiludir-me e não chatear-me. Porque o ciúme alimenta-se também da ira, e eu acho muito mais grave desiludir-me ou desinteressar-me do que irar-me...
Ora, o ciúme surge da insegurança, da falta de confiança no nós. Sim, no nós mais do que no outro, porque se a relação não nos disser nada, pouco nos importa o que o outro faz!
Por natureza, confio nas pessoas e nas relações! Logo, o que me acontece, ou melhor, o pior que me pode acontecer é desiludir-me e não chatear-me. Porque o ciúme alimenta-se também da ira, e eu acho muito mais grave desiludir-me ou desinteressar-me do que irar-me...
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Nunca saberei...
As mãos dele tremem enquanto escreve uma longa mensagem no telemóvel. Não resisto a espreitar o conteúdo. É uma declaração de amor, de exclusividade! Finjo continuar a ler o meu livro mas este episódio real não me larga... Ela responde que está magoada mas que não quer perder o que construíram juntos...
Vejo a aliança no dedo e pergunto-me se será mulher ou amante!Nunca o saberei...
Vejo a aliança no dedo e pergunto-me se será mulher ou amante!Nunca o saberei...
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Faz hoje oito meses de felicidade...
Se tu viesses ver-me
Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
Florbela Espanca
Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
Florbela Espanca
sábado, janeiro 21, 2006
O prometido é devido...
Aqui fica um poema, dos que mais gosto...
Encontro
Não te busquei, não te pedi: vieste.
E desde que eu nasci houve mil coisas
que a meus olhos se deram com igual
simplicidade: o Sol, a manhã de hoje,
essa flor que é tão grácil que a não quero
o milagres das fontes pelo Estio...
Vieste (O Sol veio também, a flor,
a manhã de hoje, as águas...). Alegria,
mas calada alegria, mas serena,
entendimento puro, natural
encontro, natural como a chegada
do Sol, da flor, das águas, da manhã,
de ti, que não buscara nem pedira.
E o Amor? E o Amor? E o Amor?
- Vieste
Sebastião da Gama
Encontro
Não te busquei, não te pedi: vieste.
E desde que eu nasci houve mil coisas
que a meus olhos se deram com igual
simplicidade: o Sol, a manhã de hoje,
essa flor que é tão grácil que a não quero
o milagres das fontes pelo Estio...
Vieste (O Sol veio também, a flor,
a manhã de hoje, as águas...). Alegria,
mas calada alegria, mas serena,
entendimento puro, natural
encontro, natural como a chegada
do Sol, da flor, das águas, da manhã,
de ti, que não buscara nem pedira.
E o Amor? E o Amor? E o Amor?
- Vieste
Sebastião da Gama
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Assim me sinto...
Neste momento fugia... Fugia sem parar até encontrar uma ilha deserta sem mal-entendidos, sem confusões, sem aborrecimentos, sem mais nada a não ser a companhia da mulher que amo! Seria o paraíso o lugar onde apenas tinha de me preocupar em deitar a cabeça no colo dela e olhar aqueles olhos castanhos límpidos, sorridentes, marotos... Bem sei que deixaria muita coisa para trás, mas estou a precisar de começar uma nova vivência ao lado de quem quero partilhar uma existência... Não sei quando, não sei como, não sei onde, mas um dia chegarei ao pé de ti e direi apenas: "Anda!"... E sei que seremos felizes....
sexta-feira, dezembro 23, 2005
O outro lado dos transportes públicos...
Há quem saia à noite, a bares ou discotecas, para engatar alguém! Eu como sempre tive a sensação que "à noite todos os gatos são pardos", gosto mais do flirt diurno. E nesse campo, acho que os transportes públicos sáo um belo local...
Sempre que descomprometido, divertia-me com pequenos flirts nos autocarros, comboios, metros, etc. Quando digo flirt, falo apenas de uma troca de olhares, sorrisos e possíveis intenções... Nunca avançou muito mais que isso pois não é fácil prender-me a atenção. Um dia contarei aqui a única excepção a esta regra...
Agora que estou muito bem entregue em termos amorosos, divirto-me a observar os outros a trocar olhares e pequenos gestos. Estava eu no comboio, quando entraram duas raparigas. Eram novinhas, com 16/17 anos, mas engraçadas. Na paragem seguinte entraram dois rapazes da mesma idade que apesar de terem reparado nelas imediatamente, passaram por elas, por mim, e foram sentar-se alguns banocs mais longe. Passadas algumas estações, um deles foi sentar-se no banco delas. Uns minutos depois, juntou-se o outro rapaz, e começaram os risinhos femininos que perceberam o interesse masculino. Eles disfarçaram e não se riram. Ora para mim isso foi um erro, pois se tivessem sorrido, teriam confirmado o interesse e poderiam ter facilmente entabulado conversa.
Mas, ou por vergonha ou inexperiência, não o fizeram... Passados uns momentos, os dois rapazes trocaram olhares a fazer a partilha ("esta é para mim, esta é para ti") das raparigas. AS raparigas continuaram a rir-se, certamente à espera que um deles metesse conversa! Mas não houve maneira dos rapazes dizerem alguma coisa ou mesmo fazerem alguma coisa para provocar uma reacção. Deixaram-se ficar assim até ao fim da viagem. Quando me levantei e esperei que o comboio parasse na estação, fiquei ao pé dos quatro. E lá estavam, elas divertidas sem saber o que fazer e eles acabrunhados sem saber o que fazer. Depois daquele golpe de coragem que tiveram ao mudar de lugar, faltou-lhes o resto.
Sorri e pensei que tinham tempo para aprender...
Sempre que descomprometido, divertia-me com pequenos flirts nos autocarros, comboios, metros, etc. Quando digo flirt, falo apenas de uma troca de olhares, sorrisos e possíveis intenções... Nunca avançou muito mais que isso pois não é fácil prender-me a atenção. Um dia contarei aqui a única excepção a esta regra...
Agora que estou muito bem entregue em termos amorosos, divirto-me a observar os outros a trocar olhares e pequenos gestos. Estava eu no comboio, quando entraram duas raparigas. Eram novinhas, com 16/17 anos, mas engraçadas. Na paragem seguinte entraram dois rapazes da mesma idade que apesar de terem reparado nelas imediatamente, passaram por elas, por mim, e foram sentar-se alguns banocs mais longe. Passadas algumas estações, um deles foi sentar-se no banco delas. Uns minutos depois, juntou-se o outro rapaz, e começaram os risinhos femininos que perceberam o interesse masculino. Eles disfarçaram e não se riram. Ora para mim isso foi um erro, pois se tivessem sorrido, teriam confirmado o interesse e poderiam ter facilmente entabulado conversa.
Mas, ou por vergonha ou inexperiência, não o fizeram... Passados uns momentos, os dois rapazes trocaram olhares a fazer a partilha ("esta é para mim, esta é para ti") das raparigas. AS raparigas continuaram a rir-se, certamente à espera que um deles metesse conversa! Mas não houve maneira dos rapazes dizerem alguma coisa ou mesmo fazerem alguma coisa para provocar uma reacção. Deixaram-se ficar assim até ao fim da viagem. Quando me levantei e esperei que o comboio parasse na estação, fiquei ao pé dos quatro. E lá estavam, elas divertidas sem saber o que fazer e eles acabrunhados sem saber o que fazer. Depois daquele golpe de coragem que tiveram ao mudar de lugar, faltou-lhes o resto.
Sorri e pensei que tinham tempo para aprender...
quarta-feira, dezembro 07, 2005
Tinhas de ser tu...
Percebi que tinhas de ser tu, menina rebelde... Tiras-me do sério, chateias-me, entristeces-me, alegras-me, acalmas-me, fazes-me feliz! Não me deixas indiferente e isso é tudo o que é preciso para me fazer apaixonar por ti, todos os dias.
Bem sei, menina rebelde, que contigo perco anos de vida porque me dás cabelos brancos, mas os anos que vivo a teu lado valem por dez, por vinte...
A verdade é que te amo, menina rebelde...
Bem sei, menina rebelde, que contigo perco anos de vida porque me dás cabelos brancos, mas os anos que vivo a teu lado valem por dez, por vinte...
A verdade é que te amo, menina rebelde...
segunda-feira, novembro 21, 2005
quarta-feira, outubro 19, 2005
Filme do dia...
Pela mulher que se ama, até se pode roubar três casinos... Pelo menos o Clooney conseguiu no Ocean's Eleven"...
Música do dia...
Dizer que se ama alguém deve ser uma tarefa diária...
Have I told you lately
Rod Stewart
"Have I told you lately that I love you
Have I told you there’s no one else above you
Fill my heart with gladness
Take away all my sadness
Ease my troubles that’s what you do
For the morning sun in all it’s glory
Greets the day with hope and comfort too
You fill my life with laughter
And somehow you make it better
Ease my troubles that’s what you do
There’s a love that’s divine
And it’s yours and it’s mine like the sun
And at the end of the day
We should give thanks and pray
To the one, to the one
Have I told you lately that I love you
Have I told you there’s no one else above you
Fill my heart with gladness
Take away all my sadness
Ease my troubles that’s what you do
There’s a love that’s divine
And it’s yours and it’s mine like the sun
And at the end of the day
We should give thanks and pray
To the one, to the one
And have I told you lately that I love you
Have I told you there’s no one else above you
You fill my heart with gladness
Take away my sadness
Ease my troubles that’s what you do
Take away all my sadness
Fill my life with gladness
Ease my troubles that’s what you do
Take away all my sadness
Fill my life with gladness
Ease my troubles that’s what you do"
Have I told you lately
Rod Stewart
"Have I told you lately that I love you
Have I told you there’s no one else above you
Fill my heart with gladness
Take away all my sadness
Ease my troubles that’s what you do
For the morning sun in all it’s glory
Greets the day with hope and comfort too
You fill my life with laughter
And somehow you make it better
Ease my troubles that’s what you do
There’s a love that’s divine
And it’s yours and it’s mine like the sun
And at the end of the day
We should give thanks and pray
To the one, to the one
Have I told you lately that I love you
Have I told you there’s no one else above you
Fill my heart with gladness
Take away all my sadness
Ease my troubles that’s what you do
There’s a love that’s divine
And it’s yours and it’s mine like the sun
And at the end of the day
We should give thanks and pray
To the one, to the one
And have I told you lately that I love you
Have I told you there’s no one else above you
You fill my heart with gladness
Take away my sadness
Ease my troubles that’s what you do
Take away all my sadness
Fill my life with gladness
Ease my troubles that’s what you do
Take away all my sadness
Fill my life with gladness
Ease my troubles that’s what you do"
Um novo dia...
Pois bem, quando volta o sorriso, volta a vontade de fazer sorrir. As ideias de como fazer feliz a mulher que se ama, começam a surgir amiúde e temos de soltar a criança que temos dentro de nós. É o que temos de mais puro e verdadeiro que nos faz amar descontroladamente.
A vida é feita de chatices e problemas, e tendemos a esquecer as coisas boas. Mas nunca devemos esquecer a pessoa que está sempre ao nosso lado e devemos procurar maneiras de dizer o quanto ela é importante e o que significa. Eu andei perdido, mas já me encontrei...
A vida é feita de chatices e problemas, e tendemos a esquecer as coisas boas. Mas nunca devemos esquecer a pessoa que está sempre ao nosso lado e devemos procurar maneiras de dizer o quanto ela é importante e o que significa. Eu andei perdido, mas já me encontrei...
segunda-feira, outubro 03, 2005
De rastos...
Costumo dizer que este meu blog é para os assuntos do coração e os outros para as restantes vertentes do meu ser. O pior de tudo é que eu não sou indivísivel e o facto de não estar bem nos outros aspectos da minha vida acabou por prejudicar os assuntos sentimentais...
Para quem me conhece ou leu este blog desde princípio, há 4 meses larguei a minha vida de solteirão e decidi comprometer-me numa relação. Hoje, depois de ter levado um grande wake-up call, tenho de afirmar que desaprendi a ser romântico. Nesta relação com uma mulher linda, dedicada, apaixonada, fui dizendo que era mais frio porque era a "Rocha ou Pilar" da relação. Mas a verdade é que nunca fui assim, nem sei ser assim. Nas minhas relações anteriores eu era impulsivo, romântico, arrebatado, mas o facto de não terem corrido bem (sobretudo a última), retirou-me a meninice, a loucura controlada, a paixão transbordante... Entenda-se, a culpa desta minha apatia não é da minha namorada actual, pelo contrário! Foi a maneira de ser dela, que era tão minha, que me fez lembrar como em tempos eu era! Mas fui-me deixando levar pela monotonia que a minha vida se tornou, em que não consigo arranjar nada estável profissionalmente e que, confesso, há dias em que ao acordar me apetece que seja noite outra vez para dormir. Os únicos momentos felizes são verdadeiramente aqueles que passo com ela, em que me abandono no seu abraço e deixo que seja ela a proteger-me. Mas admito que isso não chega...
Esta semana dei por mim a querer oferecer-lhe alguma coisa e a não conseguir lembrar-me de nada. Não é que ela não me suscite paixão, amor, carinho, e tudo mais, eu é que estou num tal estado letárgico que não consigo fazer o cérebro funcionar... É mau demais estar assim! E depois, ela que tem sido a única coisa segura e firme que me tem aguentado, está a fugir-me. Não por que não a deseje e queira outras mulheres, simplesmente porque estou perdido e não sei para onde me virar.
Não são muitos os momentos de fraqueza que tenho, mas hoje senti que bati num fundo. Um fundo sentimental, um fundo de sensações, em nada por culpa dela, mas por culpa de eu mesmo. Não sei se a perdi hoje, mas a volta ao estomâgo, a sensação de abismo, de falta de rumo que hoje senti, fez-me ter a certeza que ela é a única coisa que verdadeiramente me importa.
As palavras são vãs para descrever o que me vai na alma, mas deixo apenas a última frase da história que lhe prometi escrever e que é a única que sei desde o ínicio: "O quanto me fazes falta? Muito, meu amor..."
Para quem me conhece ou leu este blog desde princípio, há 4 meses larguei a minha vida de solteirão e decidi comprometer-me numa relação. Hoje, depois de ter levado um grande wake-up call, tenho de afirmar que desaprendi a ser romântico. Nesta relação com uma mulher linda, dedicada, apaixonada, fui dizendo que era mais frio porque era a "Rocha ou Pilar" da relação. Mas a verdade é que nunca fui assim, nem sei ser assim. Nas minhas relações anteriores eu era impulsivo, romântico, arrebatado, mas o facto de não terem corrido bem (sobretudo a última), retirou-me a meninice, a loucura controlada, a paixão transbordante... Entenda-se, a culpa desta minha apatia não é da minha namorada actual, pelo contrário! Foi a maneira de ser dela, que era tão minha, que me fez lembrar como em tempos eu era! Mas fui-me deixando levar pela monotonia que a minha vida se tornou, em que não consigo arranjar nada estável profissionalmente e que, confesso, há dias em que ao acordar me apetece que seja noite outra vez para dormir. Os únicos momentos felizes são verdadeiramente aqueles que passo com ela, em que me abandono no seu abraço e deixo que seja ela a proteger-me. Mas admito que isso não chega...
Esta semana dei por mim a querer oferecer-lhe alguma coisa e a não conseguir lembrar-me de nada. Não é que ela não me suscite paixão, amor, carinho, e tudo mais, eu é que estou num tal estado letárgico que não consigo fazer o cérebro funcionar... É mau demais estar assim! E depois, ela que tem sido a única coisa segura e firme que me tem aguentado, está a fugir-me. Não por que não a deseje e queira outras mulheres, simplesmente porque estou perdido e não sei para onde me virar.
Não são muitos os momentos de fraqueza que tenho, mas hoje senti que bati num fundo. Um fundo sentimental, um fundo de sensações, em nada por culpa dela, mas por culpa de eu mesmo. Não sei se a perdi hoje, mas a volta ao estomâgo, a sensação de abismo, de falta de rumo que hoje senti, fez-me ter a certeza que ela é a única coisa que verdadeiramente me importa.
As palavras são vãs para descrever o que me vai na alma, mas deixo apenas a última frase da história que lhe prometi escrever e que é a única que sei desde o ínicio: "O quanto me fazes falta? Muito, meu amor..."
terça-feira, setembro 13, 2005
Musica do dia..
Não vale a pena viver na mentira... O melhor é mesmo partir para outra...
Living in a Lie
Guano Apes
Don’t give me names
You’ve got it all, took it all from me
Drove me insane
Who’d come down to earth, releasing me
Healing my wounds
So why don’t you close the door when you’re leaving me
Now you’ll run
Running all the way back to me again
I’m not to end in shame
To fight an endless lie
I’m not to play a game
I won’t be on your side
(I) found a way
To reach myself again but all I saw was shame
Drive me away
There’s something deep in me waiting to escape
You think you know me
So why don’t you close the door when you’re here with me
I’m here to end the game
I’m living in a lie
It’s hard to give the same
I won’t be on your side
I’m not to end in shame
To fight an endless lie
I’m not to play a game
I won’t be on your side
I loved you a lot
To need you a lot
I leave you alone...
Living in a Lie
Guano Apes
Don’t give me names
You’ve got it all, took it all from me
Drove me insane
Who’d come down to earth, releasing me
Healing my wounds
So why don’t you close the door when you’re leaving me
Now you’ll run
Running all the way back to me again
I’m not to end in shame
To fight an endless lie
I’m not to play a game
I won’t be on your side
(I) found a way
To reach myself again but all I saw was shame
Drive me away
There’s something deep in me waiting to escape
You think you know me
So why don’t you close the door when you’re here with me
I’m here to end the game
I’m living in a lie
It’s hard to give the same
I won’t be on your side
I’m not to end in shame
To fight an endless lie
I’m not to play a game
I won’t be on your side
I loved you a lot
To need you a lot
I leave you alone...
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